Archive for 'Polícia'

Polícia mata sequestrador que fez reféns em ônibus na Filipinas

Ex-policial manteve 15 pessoas dentro do veículo por cerca de 12 horas; pelo menos quatro reféns sobreviveram

iG São Paulo | 23/08/2010 08:30

A polícia invadiu o ônibus em que um ex-policial mantinha 15 reféns, a maioria turistas de Hong Kong, nesta segunda-feira em Manila, capital das Filipinas. O sequestrador foi morto, segundo o superintendente da polícia, Nelson Yabut.

Imagens de TV mostraram quatro reféns deixando o ônibus, mas ainda não há informações sobre o estado dos outros 11 reféns.

O sequestro durou cerca de 12 horas. Armado, o ex-policial invadiu o veículo, que pertence à agência turística Hong Tai Travel, quando vinha do centro histórico de Manila e estava a apenas 150 metros de uma delegacia. Nesse momento, 25 pessoas estavam no ônibus, que ficou parado próximo ao parque de Rizal, um dos lugares mais visitados da capital filipina.

O homem liberou nove pessoas: duas mulheres, três crianças, um homem diabético e três filipinos. Para libertar os demais, ele exigia recuperar o emprego de policial, do qual foi demitido há um ano. Em meio à negociação, o motorista conseguiu fugir. Quando tiros foram disparados, a polícia decidiu invadir o ônibus.

Foto: AFP

Polícia tenta invadir ônibus onde 15 pessoas são mantidas reféns

A polícia identificou o sequestrador como Rolando Mendoza, de 55 anos. De acordo com relatos da imprensa local, em 2008 ele e outros quatro policiais foram acusados de roubo e extorsão. Eles teriam chantageado um chef de um hotel dizendo que, se não lhes desse dinheiro, seria falsamente acusado por uso de drogas.

O sequestrador colocou uma cartolina em uma janela do ônibus na qual escreveu as condições para a libertação dos reféns, que incluiam, além da volta ao emprego, a retirada das acusações que pesavam sobre ele.

Foto: AP

Rolando Mendoza é visto pela janela do ônibus

Com AP e AFP

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Bandidos invadem hotel após tiroteio na Rocinha

João Laet/AGÊNCIA O DIA/AE
Presos e armas apreendidas são expostos no 23º Batalhão da Polícia Militar depois do tiroteio em São Conrado. Uma mulher que acabava de descer de um táxi foi atingida e morreu no local
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Uma mulher inglesa deu uma entrevista ao News Of The World contando como foi mantida prisioneira, agredida fisicamente e estuprada em sua própria casa, durante um mês.

Annmarie Tonkies, 32 anos, disse que o fato passou despercebido durante tanto tempo porque seu sequestrador e agressor, Daniel Clarke de 22 anos, fechou as cortinas da casa e disse ao seus amigos que ela tinha viajado para a casa de sua mãe por umas semanas.

Annmarie contou que os ataques aconteceram depois que ela conheceu Clarke em uma festa de Ano Novo em 2009, eles conversaram e ela deixou-o acompanha-la até a sua casa em Huyton, Merseyside, onde ela convidou-o a entrar para tomar uma bebida.

“Ele era simpático e charmoso inicialmente, e também parecia ser um bom rapaz, e eu me senti atraida por ele”, ela disse.

Eles passaram o dia seguinte juntos, mas quando ela lhe disse que estava saindo para visitar alguns amigos, nesse momento Clarke se transformou numa pessoa diferente, mudando sua atitude completamente, ficando furioso e possesso.

“Ele disse, ‘Você não vai a lugar nenhum’, e me deu um soco no rosto, logo ele se desculpou , mas em poucos instantes seus olhos começaram a revirar”, disse ela ao News of the World.

“Ele sentou-se cantando, “cadela, escória, prostituta” mais e mais para si mesmo. Então ele me estuprou no sofá. Foi horrível. Eu estava muito amedrontada para reagir.”

“Depois ele ligou para meus amigos avisando que eu ia viajar. Nesse momento eu percebi que ninguém iria estranhar a casa fechada e com as persianas abaixadas, assustada com esse pensamento eu comecei a gritar por socorro, mas logo ele me agarrou, me sufocando com as mãos a ponto de eu quase desmaiar”

A partir daí Clarke, a fez prisioneira e sua escrava sexual por um mês em sua própria casa, estuprando-a regularmente.

A casa de Annmarie, onde ela ficou prisioneira

Ocasionalmente ele deixava ela conversar com a mãe, Jackie, mas sentada ao seu lado segurando o telefone, ameaçando-a com uma faca, dizendo-lhe “seja rápida senão vai se arrepender.”

Depois de uma semana ele decidiu que precisavam visitar a mãe de Annmarie, para ser apresentado como seu novo namorado, para não levantar suspeitas.A sua mãe percebeu que alguma coisa n~~ao estava bem, mas não deu muita importancia, pensando que era cisma.

Depois de duas semanas ela tentou fugir, pois ele estava cada vez mais violento. Aproveitando que ele havia deixado a porta da frente destravada ela ja estava conseguindo fugir, mas ele a impediu agarrando e espancando-a com mais violencia.

Encurtando a história, no dia 7/02/2010 ela finalmente conseguiu escapar depois de Clarke deixou a casa para comprar cigarros. Ela quebrou uma das janelas, correndo para os vizinhos, que avisaram a policia. Ela foi levada para o hospital com ferimentos múltiplos e desidratação.

Os médicos descobriram tantas contusões, que desistiram da contagem quando chegaram a 109. Clarke foi preso e condenado a 15 anos de prisão em um tribunal em Liverpool.

Daniel Clarke, agora preso por 15 anos

Annmarie disse que resolveu tornar sua história pública, para mostrar que Clarke não havia arruinado sua vida.

“Eu tenho medo do escuro, tenho medo da noite e não posso confiar em niguém, mas vou conseguir me recuperar e mostrar que mesmo me deixando da forma que estou agora ´ele` não vai me arruinar a vida”.

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Defesa de filha dos Villela vai à OAB contra tortura psicológica e erros

Adriana Bernardes
Fonte: Correio Braziliense
19/08/2010 07:00

A defesa de Adriana Villela, apontada pela Justiça como a principal suspeita do assassinato dos pais e da empregada da família, em 28 de agosto do ano passado, partiu para o ataque. Em um documento entregue à Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Distrito Federal (OAB-DF), o advogado Rodrigo Otávio Barbosa de Alencastro acusa a polícia de ter torturado psicologicamente a filha mais velha do casal Villela. Afirma ainda que, em vez de buscar elementos para chegar a um suspeito, a polícia elegeu Adriana como autora dos fatos e, agora, tenta, a qualquer custo, produzir provas para indiciá-la pelo triplo assassinato. Adriana Villela teve a prisão preventiva decretada e está detida desde segunda feira.

Adriana, tida pela polícia como suspeita de ser a mandante dos assassinatos, está detida desde segunda-feira - (Carlos Moura/CB/D.A Press - 15/9/09   )
Adriana, tida pela polícia como suspeita de ser a mandante dos assassinatos, está detida desde segunda-feira

Intitulado Memorial dos filhos de José Guilherme Villela e Maria Carvalho Mendes Villela, o documento é de 16 de junho, portanto, dois meses antes de a Justiça decretar a prisão preventiva de Adriana Villela. Na época, o advogado narrou o que considera “equívocos” da investigação e “fragilidade das provas colhidas”, segundo ele, por meio de métodos classificados como “questionáveis sob a ótica da dignidade da pessoa humana”. Segundo a defesa, tais provas serviram apenas para que a autoridade policial tirasse conclusões inverossímeis.

Com esses argumentos, Alencastro pede a intervenção da OAB-DF “a fim de auxiliar na urgente elucidação de tão bárbaro crime e evitar que toda esta situação cause ainda mais sofrimento aos familiares e amigos das vítimas”. O advogado também reclama que a polícia teria mantido agentes vigiando a casa de Adriana e a estariam seguindo pelas ruas da cidade, “enquanto os verdadeiros assassinos estão à solta, certamente satisfeitos e seguros com a impunidade e plenamente livres para, eventualmente, fazer algum mal aos familiares das vítimas”.

“Aos gritos”
No relato do advogado Rodrigo de Alencastro à OAB-DF, Adriana Villela teria sofrido tortura psicológica quando as apurações já estavam sob a responsabilidade da Coordenação de Investigação dos Crimes contra a Vida (Corvida). Logo após a busca e apreensão em sua casa, Adriana foi convidada a comparecer à unidade policial, onde teria ficado com dois agentes de polícia em uma sala. Aos gritos eles teriam começado a dizer que uma mulher de nome Regina “já contou tudo e está jogando tudo sobre você… você não planejou a morte dos seus pais … o que foi que deu errado, hein, Adriana?”. E continuou. “…o seu objetivo era o closet, não era?”. O closet, segundo escreveu o advogado, é o local onde estariam guardados dinheiro e joias da família (veja quadro com principais pontos do documento).

Alencastro escreve que Adriana foi submetida “a uma verdadeira tortura psicológica” e que passou também a ser intimidada pelos agentes que teriam dito “Você mentiu e precisa me dizer a verdade…Você mentiu e tem de escolher se vai responder por isso em liberdade ou ficar presa aqui a partir de hoje”. A delegada Mabel Faria teria dito ao advogado que a entrevista com Adriana fora gravada em áudio. E que, apesar de o material ter sido requisitado pela defesa, a delegada alegou que não poderia entregá-lo antes de disponibilizar a gravação ao juiz e ao promotor do caso.

A OAB-DF designou o conselheiro Eduardo Toledo para acompanhar as investigações. O Correio fez contato com Toledo na tarde de ontem para falar sobre o documento entregue à entidade pela defesa de Adriana Villela, mas ele estava em audiência e não retornou as ligações. Procurada, a direção da Polícia Civil informou que “todos os atos foram praticados pela autoridade legal, com manifestação do Ministério Público, decisão judicial autorizando, e cumpridas com as formalidades legais, com a presença de testemunhas, sendo depois tudo relatado e juntadas ao inquérito e remetido para conhecimento do judiciário e do promotor que acompanha o caso”.

“Estou absolutamente convicto da inocência dela e não vejo motivos para que se chegasse a essa conclusão lamentavelmente divulgada”, afirmou Alencastro. “Adriana é arquiteta e artista plástica, não é pessoa com experiência na área segurança, em investigação ou procedimentos policiais que lhe permitisse atrapalhar as investigações”, completou.

Apoio familiar

Advogados Rodrigo de Alencastro (E) e José Eduardo Alckmin pediram a intervenção da Ordem no caso - (Carlos Silva/Esp. CB/D.A Press - 18/8/10 )
Advogados Rodrigo de Alencastro (E) e José Eduardo Alckmin pediram a intervenção da Ordem no caso

Adriana Vilela está detida no Presídio Feminino do DF (localizado no Gama) separada das outras presas, em um ambiente que, segundo Alencastro, teria sido improvisado para recebê-la. Mas o local, de acordo com o advogado, não é apropriado. Ele contou que esteve com Adriana ontem, quando conversaram no parlatório — onde as presas recebem visitas. “Ela está abaladíssima e, principalmente, indignada com essa acusação cruel de ter participado do crime quando, em todos os momentos, sua intenção e seus atos foram no sentido de contribuir com a investigação”, relatou.

Ainda segundo o advogado de defesa, tanto o irmão de Adriana, Augusto Villela, quanto a filha dela, Carolina, apoiam integralmente as ações da defesa no sentido de conseguir a liberdade para Adriana Villela. “Eles estão traumatizados com a exposição no primeiro momento e ainda se sentem pouco à vontade para tratar disso publicamente. Mas acompanham e apoiam a defesa da irmã e da mãe”, garantiu Alencastro.

Habeas corpus deve ser apreciado hoje
>> Ary Filgueira

Os advogados de Adriana Villela, 46 anos, acreditam que a passagem da cliente pela prisão será curta. A confiança de José Eduardo Alckmin e Rodrigo Otávio Barbosa de Alencastro está, segundo eles, na fragilidade da investigação. “Os fatos que incriminam nossa cliente são inconsistentes”, explicou Alckmin. Na tarde de ontem, eles entraram com o pedido de habeas corpus no TJDFT requerendo a liberdade da única filha do casal assassinado.

A defesa alega que única prova contra Adriana é o depoimento de uma funcionária do Edifício Summer Park. A mulher teria reconhecido a filha do casal por meio de uma fotografia mostrada pela polícia. Ela afirma que Adriana esteve no local onde a paranormal Rosa Maria Jaques ficou hospedada por 30 dias, em 2009. “O rosto de Adriana apareceu em muitos jornais e a moça pode ter se confundido”, disse Alencastro.

O relator do caso é o desembargador Romão Cícero. Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, ele levou os documentos para casa e deve decidir hoje à tarde se acata o pedido da defesa. Adriana Villela está presa desde a segunda-feira e é apontada pela polícia como a principal suspeita do crime.

Principais alegações

Trechos do memorial que a defesa de Adriana Villela entregou à OAB-DF pedindo a intervenção da entidade para a elucidação rápida do triplo homicídio:

Tortura psicológica repulsiva
“…foi convidada (Adriana Villela) a comparecer à unidade da Corvida, colocada em uma sala com dois agentes de polícia, os quais aos gritos passaram a dizer que Regina ‘(…já contou tudo e está jogando tudo sobre você’, que ‘você não planejou a morte dos seus pais… o que foi que deu errado, hein, Adriana?’, além de que ‘o seu objetivo era o closet, não era?’ — local em que estariam guardados o dinheiro e as joias. Vale dizer, a requerente foi submetida a uma verdadeira tortura psicológica.”

Polícia elege suspeitos
“Ao que tudo indica, está-se diante de hipótese de absoluta inversão da ordem natural no andamento de uma investigação policial: em lugar dos responsáveis pelo andamento do inquérito buscarem elementos de prova e de convicção para chegar a um suspeito, elegeram Adriana como autora dos fatos com base em meras ilações e conjecturas, visto que ausentes elementos concretos a justificar tal suspeita e agora tentam, a todo custo, produzir as provas necessárias a buscar o seu indiciamento. Vale dizer: primeiro um suspeito, depois as provas contra ele.”

Suposições infundadas
“As suspeitas da autoridade policial estão baseadas em eventuais e isolados desentendimentos entre a requerente e a sua falecida mãe, comuns em qualquer família e justificados pelos fortes traços de personalidade que trazem como características marcantes. O choque de gerações, a diversidade de conceitos e a forma diametralmente oposta de encarar os fatos da vida faziam com que, pontualmente, tivessem algumas discussões. Tais informações foram trazidas aos autos pela própria Adriana, como reconhece a autoridade policial.”

Irregularidades e competição entre delegacias
“Tal circunstância tem colocado em lados opostos duas unidades da Polícia Civil do Distrito Federal: a 1ª Delegacia de Polícia, que teve a sua delegada-chefe recentemente afastada de suas funções, e a Corvida que, agora, tenta provar que os colegas cometeram irregulares, o que, sem pretender emitir qualquer juízo de valor, coloca Adriana no meio de uma acirrada disputa interna da instituição.”

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Família de Mércia Nakashima organiza homenagem à jovem

Redação com agências

Atualizado às 13h21.

A família da advogada Mércia Nakashima informou que promoverá dois atos para lembrar os três meses da morte da jovem. Uma manifestação em frente ao Tribunal de Justiça de São Paulo será realizada nesta sexta-feira (20/08), às 14 horas, com a presença de autoridades e organizações sociais de diversas regiões do país. No sábado (21/08) a família organizará uma missa na igreja da matriz de Guarulhos às 8 horas, seguida de uma caminhada pela cidade.

“Tal manifestação está sendo organizada como protesto contra o habeas corpus concedido a Mizael”, afirmou Alexandre, advogado da família.

Mércia está desaparecida desde 23 de maio e o principal suspeito por seu sumiço é seu ex-namorado, o também advogado Mizael Bispo de Souza. O carro da advogada foi encontrado no dia 10 de junho em uma represa em Nazaré Paulista, após a denúncia de um homem que viu o carro ser empurrado. Segundo a polícia, Mizael teria sido ajudado pelo vigia Evandro Bezerra.

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Pastor que Bruno pediu para visitá-lo fala com exclusividade

18/08/2010 11:00 Claudia Moraes/RedeTVi

Arquivo Reuters

O goleiro Bruno Souza está preso desde o dia 9 de julho em Minas Gerais, acusado pelo assassinato da ex-amante Eliza Samudio, cujo suposto corpo não foi encontrado até o momento.

Em uma de suas aparições após ser preso, o jogador apareceu com uma Bíblia na mão e teria pedido para o pastor Jorge Linhares, da Igreja Batista Getsâmani ( Belo Horizonte), visitá-lo.

O RedeTVi conversou com exclusividade com Linhares que afirmou que o goleiro costumava frequentar os cultos da Getsâmani quando ainda morava em Minas Gerais às terças-feiras, junto com outros atletas.

O pastor contou que Bruno tinha um comportamento normal, mas “nunca quis se batizar”.

Sobre a visita, ele disse: “Estou orando e aguardando a oportunidade sem badalação”.

Linhares também foi questionado se Bruno não teria pedido a presença do pastor para se fazer de “bonzinho” diante da sociedade e ele falou que só poderá revelar isso depois de vê-lo.

O líder avaliou o caso com o versículo bíblico de I Coríntios 15:33: “… as más conversações corrompem os bons costumes”.

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Polícia de Sergipe levanta informações em Alagoas

Fonte: alagoas24horas/Blogo do Odilon

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suspeito de praticar o atentado contra o presidente do TRE de Sergipe Floro Calheiros

O pistoleiro Floro Calheiros, principal acusado no atentado à bala sofrido pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, Luiz Antônio Araújo Mendonça, é figura conhecida nos corredores da Assembleia Legislativa de Alagoas.

Integrantes da Polícia Civil de Sergipe mantiveram contato com a Polícia Civil alagoana sobre o atentado à bala sofrido pelo presidente do TRE de Sergipe, Luiz Antônio Araújo Mendonça, atingido por tiros de escopeta e pistola esta manhã.

Procuravam informações sobre um carro, modelo Honda City, usado no atentado. A polícia de Sergipe queria saber se um carro com as mesmas características havia sido roubado em Alagoas nos últimos 15 dias. O levantamento está sendo feito.

Floro Calheiros, que é tido como principal suspeito no atentado contra o desembargador, tem relações curiosas com pelo menos dois deputados estaduais de Alagoas- agiotagem mesmo- era figura que frequentava, com facilidade, os corredores da Assembleia, mas tinha aproximação também com um ex-prefeito do sertão alagoano.

A polícia sergipana tem pelo menos duas suspeitas: Floro fugiu do País. Ou está no sertão alagoano, protegido pelos padrinhos da Casa de Tavares Bastos.

Floro Calheiros fugiu em dezembro de um hospital em Sergipe. Ele tinha uma lista de “marcados para morrer”. Entre eles, o presidente do TRE sergipano.

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Quadrilha faz arrastão em prédio de luxo na zona sul

Ladrões entraram em sete dos 16 apartamentos – todos duplex – e roubaram dinheiro, joias e objetos pessoais

AE | 17/08/2010 07:20

Uma quadrilha de cerca de dez assaltantes realizou um arrastão em um prédio de luxo no Campo Belo, zona sul de São Paulo, na noite de ontem. Vinte e sete moradores, sendo cinco crianças, e dois funcionários foram feitos reféns na sala de ginástica e ameaçados. Os ladrões entraram em sete dos 16 apartamentos – todos duplex – e roubaram dinheiro, joias e objetos pessoais.

Foto: AE

Quadrilha fez arrastão em prédio de luxo no Campo Belo, em São Paulo

Segundo a polícia, dois criminosos danificaram a cerca elétrica do edifício por volta das 19h30, pularam o muro, renderam o porteiro e o segurança e abriram o portão para os demais comparsas. Moradores que deixavam seus apartamentos e os que chegavam ao prédio eram rendidos pela quadrilha e colocados na sala de ginástica.

O grupo demonstrava conhecer detalhes dos moradores e fugiu cerca de duas horas depois, levando o computador que registra as imagens do circuito interno de segurança. Eles concentraram a ação em valores de fácil transporte – dinheiro, joias e objetos pessoais – e não roubaram eletroeletrônicos dos apartamentos.

A polícia chegou ao local após o término da ação e até a manhã de hoje ninguém havia sido preso. O crime foi registrado no 27º Distrito Policial, do Campo Belo.

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